Sexta-feira, 20 de Setembro de 2019

GUERRAS NOCTÍVAGAS

 

Guerras noctívagas.png

GUERRAS NOCTÍVAGAS

 

Sombras, nevoeiro e gritos,
Relâmpagos, chuva, trovões,
Gente que grita, em aflitos,
Se atropelam em confusões.
Sussurros e ocultos, na noite,
Na volta de alguma esquina
E poucos são quem se afoite,
No falar e senão de surdina.
É tremenda, qual escuridão
E seres que a tal se temem,
Em ventos e macabra visão,
Cuja alma ao diabo vendem.
Forças, sentadas na campa,
Fazendo culto de cemitério,
Comendo a própria trampa
E que em vida foi mistério.
Rasgam o silêncio terrestre,
Na melodia dumas corujas,
Dando-se a luta campestre
E num comando de intrujas.
Ouvem-se rasgos nocturnos,
De árvores abertas ao meio,
Cadáveres, de tão soturnos,
Que fazem lista de premeio...
Jorrando golfadas de sangue,
Em quantas danças macabras
E é ver as alegrias do gangue,
Rindo e a saltar, como cabras.
Mandam os cornos pra frente
E na mais polvorosa festança,
Marrando com quanta gente,
Que tanto lhes enche a pança.
São tantos, bichos noctívagos,
Sonhos nocturnos e horríveis,
Que já não há espaços vagos
E noites que sejam credíveis.
Tantos são os gritos que oiço,
Os ventos, vindos do Inferno,
Com o Diabo, no seu baloiço,
Num seu palácio de Inverno...
De fora, olhamos o convento
E pasmados, com a escadaria,
Tenebrosa subida e advento
Que, na cena, tão bem ardia!...
E lá vêm uns quais vampiros,
Limpando o que tal sugaram
E aprenderam bem os livros,
De quantos por lá passaram!
Neste horroroso e meu sonho,
Sinto a carícia da madrugada
E à beira da cama me ponho
E a pensar, tal noite passada...

 

( Manuel Nunes Francisco ©® )
( Imagem da net )
Todos os Direitos de Autor reservados e protegidos nos termos da Lei 50/2004, de 24 de Agosto - Código do Autor. O autor autoriza a partilha deste texto e/ou excertos do mesmo, assim como a imagem inédita, se existente, desde que mantidos nos seus formatos originais e obrigatoriamente mencionada a autoria da obra intelectual.

 

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Quarta-feira, 18 de Setembro de 2019

MIGALHAS DE PENSAMENTO

 

Migalhas.png

MIGALHAS DE PENSAMENTO

 

Hoje, procurei aquela tal vassoura
E a qual nunca idealizei ter à mão...
Sim, essa que um dia deitaste fora
E, como se fossem meras migalhas,
Varri algumas dessas tuas palavras,
Juntei-lhes um pouco de fermento,
Para o aumento de qualquer razão,
Adicionado à raiva de algum fervor
E lágrimas à mistura, de quanta dor,
Pelo dia, noite dentro, a toda a hora
E trabalhei a massa de pensamento,
Sem algum esforço de especulação...
Retalhei-a e em suficientes porções
E para que chegassem para quantos,
Famintos, por tantas e piores razões
E que quisessem usufruir deste pão;
Dei-lhe uma muito suave cozedura,
Suficiente para ser bem degustado
E pouco esforço, na falta de dentes,
Pois que as forças já são tão poucas
E tanto mais se perdem em prantos,
Nalgum fraco corpo de tantas bocas,
Viventes dum qualquer triste fado,
Nos mais perdidos sonhos distantes...
E, das muitas promessas de sermão,
Feitas por alguns mestres de ilusão,
Só das migalhas choram contentes
E adormecem, para dias evidentes!

 

( Manuel Nunes Francisco ©® )
( Imagem da net )
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Domingo, 15 de Setembro de 2019

ALGUM PORQUÊ DA VIDA

 

Algum porquê da vida I.png

ALGUM PORQUÊ DA VIDA

 

Acelera-me a adrenalina...
Olho os espelhos,
Rodo a extremidade do corno,
A quanta explosão de gasolina,
Deixando tudo para trás,
Não porque queira,
Mas porque tem que ser.
Nesse atrás, ficou o palco da luz,
A experiência do homem,
No saber e que a vida conduz...
A cabeça tornou-se um forno,
Pior que uma fogueira
E alimentada a gás,
Tal a combustão que produz,
Num porquê da vida, que nada seduz
E nalgum precoce adoecer.
A toda a sela, refugio-me pela estrada,
Com vontade de parte incerta,
Como os pássaros, em chilreada,
Antes da despedida e em debandada,
Crendo que a vida não vale nada,
Sendo um monte de sonhos,
Que tanto nos consomem
E de quanto na encoberta...

 

( Manuel Nunes Francisco ©® )
( Imagem da net )
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FALSIDADES

 

Falsidades I.png

FALSIDADES

 

Estupidamente, estou para aqui a pensar!...
Tu, que até te consideras o mais crente,
Quantos amigos e familiares, venderias
E, com o Diabo, o melhor negócio farias,
Se este te oferecesse o seu soberbo império?...
Estou e simplesmente, a raciocinar
E é algo que me atormenta a mente!
Pergunto-te, novamente, que te sentes perfeito,
O que farias e se não venderias a alma ao Diabo,
Se este te entregasse tudo ao melhor jeito,
Joias, riquezas, castelos e poder absoluto,
Em que te tornasses dono deste mundo pardo,
Por quanto futuro e no mais diário,
Mesmo que o maior filho da puta,
Com todos e à tua volta, a morrer de fome,
Interessando a tua arrogância absoluta,
Num sono encantado de quem melhor dorme
E no conforto de quem nada mais sente?...
Pergunto-te, meu filho da puta, sem desplante,
Se te sentes bem, nessa imagem de farsante
E a que só te interessas de ti e do teu rabo,
Passeando a tua vida colorida, mas de luto...
Como consegues dormir, em tão profundo?...
Estou a remoer, para aqui, comigo próprio,
Numa imensa vontade de te chamar javardo,
Pois que não quero ofender qualquer porco,
Porque és o maior animal, de todos os animais,
Na dimensão do mais conseguido ignorante
E nesse teu ego, chafurdando bem no fundo,
Que só te admiras a ti e a ninguém mais,
Comendo pelo teu próprio esterco,
Mergulhado nesse teu ócio imundo,
Nesse teu estatuto de reles parasitário,
Garimpado fosso de merda e tão fecundo!...
Desnecessariamente, estou para aqui a reflectir,
Sem o que seja de muito mais para ver,
Ou que algo de mudança esteja para eclodir,
Mas numa vontade enorme de te mandar foder!...
E continuo a pensar, a meditar, num tal adorno,
Que é minha vontade em te chamar de corno!...

 

( Manuel Nunes Francisco ©® )
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Sábado, 14 de Setembro de 2019

MESAS-REDONDAS

 

Mesas-redondas II.jpg

MESAS-REDONDAS

 

Acredito na inspiração dos momentos,
Das simples mesas-redondas de ocasião,
Daqueles solenes momentos de conspiração,
Por entre alguns minutos de transpiração...
Acredito no livre facto dos pensamentos,
Por curvas e rectas, obstáculos do impossível,
Na melhor solução para quebrar barreiras,
Longe de todas e quaisquer regras,
Com a arma que à altura nos seja possivel,
Mesmo que por actos de quais asneiras,
Mas que mergulhadas de convicção...
Acredito na mais estúpida criação de ideias,
Nos sonhos de qualquer pedra filosofal,
Na história do homem, enquanto ser,
Correcto, humilde, conhecedor do seu parecer
E não besta, bebendo da fonte de seu igual,
Cavaleiro de sela de encontrada dulcineia,
Por morada de frondoso palácio de toscas pedras
E sem lista de riquezas, ou de quem odeia...
Perceber o quanto horrível é ser rival,
De quem, na melhor razão, foi triunfal.
Acredito nos momentos de inspiração,
No abrir ao mundo o bater do coração,
Dos sorrisos, sem reflexos de maldade,
Da palavra dada e aposta da verdade,
Assim os momentos fossem de iguarias,
Do mais requintado banquete de alegrias
E requisitos de descoberta panaceia,
Em mesa colocada ao longo dos caminhos,
Que tal gente percorre, demais sozinhos,
Na cura da moral e no veneno que semeia...
Quero acreditar, por entre vidas de serpenteio,
Em tertúlias de paz e mais diversas maneiras,
Na lucidez destas reflexões e que vos semeio!...

 

( Manuel Nunes Francisco ©® )
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ESTA CONFISSÃO

 

Esta confissão.jpg

ESTA CONFISSÃO

 

Sabes, ainda não estou pronto para partir,
Mesmo que por este pântano, ou lamaçal
E ainda tenho muito mais para conseguir,
Sabendo de quantos comungam por igual
E, sabes, sei que te sou demasiado frontal
E que essa ideia de Deus me é tanto banal,
Que não te receio, em nada em ti acredito...
Como te chamo nomes, como filho da puta,
Mas reconheces quanto estou à tua direita
E enquanto a maioria de outros te espreita,
Muito mais longe de qual e minha conduta,
Sabendo que me olhas, pelo que não parti
E sabes, mesmo que não a acreditar em ti,
Que me adoras e queres, porque sou assim,
Não crendo em ti... mas tu gostas de mim!
Sabes, se eu serei teu filho, pouco importa,
Mas sei que posso bater por essa tua porta,
Pois sou a tua linhagem, puro, verdadeiro,
Dia e noite, não metade, mas por inteiro,
Fiel às causas e nunca ao dinheiro maldito!
Sabes, desculpa quando te chamo nomes,
Mas não me deixas uma outra alternativa
E valendo tal chamar-te pelo mais directo,
Que por entrelinhas e falsos sobrenomes,
O que tornaria as coisas ter outro aspecto
E andar com toda a nossa amizade à deriva.
Sabes, eu sou assim, como tu, um ranhoso,
Mas só perante quem nunca nos entendeu
E, de tão incultos, me chamam de manhoso,
Mas tu, foste o único que melhor percebeu,
O quanto sou, à tua imagem, o teu seguidor
E assim chamo-te tudo, sem nenhum pudor...
Questionando-nos nessa nossa frontalidade,
Mas sabendo que o que faço não é maldade,
Pura forma de encarar toda e a qual verdade,
Deixando os demais na inveja da sinceridade.
Sabes, eu sei quanto o teu manto me protege,
Nesse teu nome de Deus e pai deste Universo
Mesmo tu sabendo que sou e demais, herege,
Não te incomodas e por quanto me confesso!...

 

( Manuel Nunes Francisco ©® )
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Sexta-feira, 13 de Setembro de 2019

QUE CONFUSÃO

 

Que confusão I.jpg

QUE CONFUSÃO

 

Minhas costas são uma tábua,
Minha cabeça um pedregulho,
Pela frente sai-me a água,
Por detrás largo o entulho.

 

Leio pensamentos no tecto
E pelo meio da escuridão,
Vendo tudo em ângulo recto,
Por entre tanta confusão...

 

Tenho algumas alucinações,
Mesmo sem beber vinho
E por quantos trambolhões...

 

Escoro-me de mãos à parede,
Fazendo-me de adivinho
E à procura de qualquer rede...

 

( Manuel Nunes Francisco ©® )
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Quarta-feira, 11 de Setembro de 2019

País de hipócritas

 

Gente de merda.jpg

País de hipócritas

 

Somos um país de idiotas... Não dá para entender toda esta polémica, quanto ao "Museu Salazar", numa história que não vale a pena tentar apagar, seja porque razão for e pergunto a esses mesmos idiotas, porque e pela mesma razão, visitam castelos, palácios e monumentos do passado monárquico e quando alguns até são contra a Monarquia?!... Aliás, até devemos ser o único povo que se manifesta ridiculamente contra a Monarquia em Portugal, mas que abraça e beija, modelo lambe-botas, qualquer monarca que nos seja convidado e visitante... talvez porque a galinha do vizinho é sempre mais gorda, mas não questionando o porquê e a razão é simples: somos falsos, egoístas, avarentos, maldosos, hipócritas e incultos, por natureza, país e povo, sem rumo, nem vontade intelectual e a inteligência suficiente para saber separar o trigo do joio!


( Manuel Nunes Francisco ©® )

 

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Terça-feira, 10 de Setembro de 2019

ESTA MINHA ALBARDA

 

Sou burro.jpg

ESTA MINHA ALBARDA

 

Há pouco, acordei sobressaltado!...
Mais um pesadelo, pobre de mim!...
Ergui-me e dirigi-me ao estábulo,
Coloquei os arreios e toscas botas,
Com brochas, cardas e protectores,
Para que o toque, deste meu andar,
A tão se parecesse ao de ferraduras,
Não esquecendo a fabulosa albarda,
Para que bem me pudessem montar
E dirigi-me ao exterior, convencido...
Sim, convencido de quão equipado
E pronto para a mais solene viagem.
Andei e deambulei, ouvindo todos,
Conversas sem sentido e dissabores,
Escorrendo por sargetas do ridículo,
Escutadas e junto a quantas portas,
Com as espetadas orelhas de burro,
Por ruas sem sentido e nenhum fim...
Para um lado, eram de sentido único
E, para o inverso, de um único sentido,
Pois que os sentidos eram o mesmo!
Palreava-se ao timbre de papagaio
E nenhum deles parecendo afónico,
Antes pelo contrário, bem falantes
E como conhecemos de um passado!
Uns e tais outros, olhei-os de soslaio
E que tão farto da audição fiquei fulo,
Por quantas as mais conversas tortas,
Tão empertigadas e ridículas posturas,
Que causam vómito, a tão arrogantes,
Mas de convincentes ao mais distraído...
E mais um apanhado na onda de tolo!
Dou meia volta e enfio-me no casulo,
Mandando com os apetrechos ao chão,
Refugiando-me pela tortura da razão,
Num arrumar de todo este meu cismo,
Largando o peso de todos estes arreios,
Pois que serão donos quaisquer outros,
Que tais mereçam e se deixem albardar,
Burros de carga e de melhor vassalagem,
A seus hábitos, mas que não meus meios!...
Volto a deitar-me, de tantas horas soltas,
Moído deste tormento e de tanta merda,
De tantas palestras, cheirando a esturro,
Demasiada aldrabice, de qualquer chulo,
Que é tal o meu desejo não mais acordar!

 

( Manuel Nunes Francisco ©® )
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Segunda-feira, 9 de Setembro de 2019

POR DESCOBERTAS

 

Por descobertas (1).jpg

POR DESCOBERTAS

 

Tais caminhos, são nevoeiro,
Por curvas, que levam ao inferno,
Descendo à boca do desejo
E subtis vontades, a não parar...
São calafrios, por entre um beijo,
Calores que aquecem no Inverno,
Em quanto do mais deslize matreiro
E por loucas corridas de arfar...
Viagens, por entre as montanhas,
Nesses vales, de deleites e suores,
Descontroladas cavalgadas tamanhas
E sentidos momentos de odores...
Cabelos soltos, ondulando costas
E recantos, já não tão virgens,
Ouvindo músicas que tanto gostas
E em aceleração de vertigens.
Tais descobertas, são loucura,
Jogos sobre o fio da navalha,
Em que pouco, ou nada, atrapalha
E para desfrutar, enquanto dura...

 

( Manuel Nunes Francisco ©® )
( Imagem da net e trabalhada )
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