
JOGADAS DE ESCONDIDAS...
Escondo-me, pelas sombras da vida,
Naquela penumbra de oportunidades,
Busco o possível, antes da despedida,
No mais do real e sem vaidades...
Espreito, pelas frestas do imaginário,
Esqueço a pesada tarefa da passagem,
Torno-me a criança de qual infantário,
Chapinhando na sujidade e sem lavagem...
Apalpo, na escuridão, as pedras da calçada,
Equilibrando-me nas mais escorregadias
E sonhando outra via de mais desejada...
Porém, sento-me e entro em reflexão,
Pois que estou saturado de correrias,
Assim como percalços sem qual razão!...
Manuel Nunes Francisco ©®
- Imagem da net -
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