
QUE SEJAS CORNO INFINITO
Pois que sejas o mais devasso corno
E sem necessidade de uma relação,
Mas que a culpa te sirva de adorno,
Por quem te trai, se lhes dás razão!...
E mais corno serás, se outro tanto aceitares,
No teu calmo seguir, nessa subserviência,
Adorando quem te corno faz, sem protestares,
Sem estrebuchares, em tão nula resistência!...
Encornado e assim te sentes na maravilha,
Nessa puta de vida e feita tua filha,
Pois que alguém a pariu, sem saber o pai...
Que assim continues, por peculiar prazer,
Nesse enfeite, sem estímulo ao que fazer,
Mas não te queixes, se adoras quem te trai!...
( Manuel Nunes Francisco ©® )
( Imagem da net )
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